Vai viajar e levar o Pet junto? Saiba quais documentos são necessários para uma viagem tranquila e segura.

Confira a documentação necessária para aproveitar as férias junto com seu animal de estimação. Saiba as vacinas exigidas e os procedimentos legais.

 

Em julho, mês das férias, é  impossível não sentir aquela vontade de viajar. Mas atenção: quem possui um animal de estimação e pensa em levá-lo para o passeio precisa cumprir com uma série de procedimentos legais e de segurança. Toda a documentação do pet deve estar em dia e nas mãos do dono, seja para viagens dentro ou fora do Brasil.

As dúvidas são muitas, é um processo burocrático. Nas viagens de avião o procedimento é ainda pior. Não deixar para  última hora, porém, alivia em partes todo o estresse. 

Viagem dentro do Brasil

Para viagens de ônibus ou avião dentro do Brasil, a primeira e mais importante documentação é a carteira de vacinação do animal. Nela constam as datas das vacinas, com assinatura e carimbo de um veterinário especializado. Caso o animal não possua o documento, o dono precisa solicitar ao especialista ao menos a vacinação antirrábica. O valor  da dose está entre R$50 a R$80 e já garante o passe livre para uma viagem simples. Ainda assim, é recomendado que as vacinas sejam postas em dia, não apenas pelas exigências, mas sim pelo bem estar do animal de estimação.

A vermifugação do pet deve estar em dia e o animal não pode ter indícios de parasitas como pulgas e carrapatos. Um atestado de saúde também é exigido e deve ser emitido pelo veterinário tendo validade máxima de 30 dias.

Para as viagens de avião, além da documentação acima, as companhias aéreas especificam exigências. Certamente, se o peso do animal, somado ao peso da caixa de transporte, ultrapassar a casa dos 15kg será cobrada a taxa de embarque. Consulte sua empresa.

 

Cachorro de Férias e Visitando Pontos Turísticos

 

Viagem internacional

Nas viagens internacionais, a burocracia cresce. Alguns países exigem exame de sorologia de raiva como complemento à documentação do pet, cujo resultado pode demorar de 15 dias a um mês. Existem, ainda, países onde o animal deve passar por uma quarentena de cinco ou até 40 dias dentro do aeroporto.

Para facilitar um pouco a vida de quem deseja viajar com um pet, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento disponibiliza, desde fevereiro de 2014, o Passaporte do Animal. Para tirar o documento, é preciso ir até as unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), situadas em aeroportos, portos e postos de fronteira nos estados.

Contudo, antes do pedido do documento, o animal deve ser levado ao veterinário para a instalação de um microchip que contenha seus dados. E mais: o passaporte não é obrigatório nem aceito em todos os países do mundo. É preciso consultar bem e um agente de viagens pode ajudar nesta etapa.

Transporte

Quando se viaja de ônibus, o animal ocupa um lugar como passageiro. O dono paga pela sua passagem no preço normal e o pet viaja ao lado do dono. Nos aviões, os animais são encaminhados ao porão da aeronave, que fica sob a temperatura média de 22º. Em viagens longas com conexão, os animais devem ser alimentados antes de partir e na chegada, nunca durante o vôo. Algumas empresas autorizam que o animal viaje na cabine, mas não são todas.

Em ambos os casos, para um maior conforto e segurança no transporte, recomenda-se o uso de caixa transporte, em geral de fibra de vidro. O tamanho da caixa deve ser medido de acordo com o tamanho do animal. Cães e gatos devem ter espaço suficiente para dar uma volta completa dentro dela, bem como ficar em pé ou deitado confortavelmente. É permitido apenas um animal por caixa. Sedativos e tranquilizantes só devem ser utilizados em casos específicos, com muita cautela e sob prescrição médica. 

 

Fique atento, se programe e opte pelas melhores escolhas levando em conta o bem estar de seu pet. Não deixa para a última hora. Você merece um descanso, e seu bicho também !

 

***

 

Robson Morais é jornalista, com experiência em jornais, revistas e sites de notícias. Atuou em emissora afiliada da TV Record em Rondonópolis, Mato Grosso. Retornou a São Paulo e abraçou a causa animal.


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